PROGRAMAS | DEMO DAYS | HACKATHONS

CONDUÇÃO DE PROCESSOS DE INOVAÇÃO

Os processos de inovação permitem a aproximação de diferentes atores, empresas e demais instituições públicas ou privadas para a solução de problemas de forma colaborativa, criam valor significativo internamente e direcionam a cultura organizacional ou regional para a inovação e o empreendedorismo. Dentre as soluções, já implantadas anteriormente pelo VIA, estão programas de inovação, demo days desde que articulados hackathons.

Programas de inovação

Os programas de inovação visam a realização de uma mudança de cultura interna, bem como propiciar a conexão do ecossistema externo à organização pública ou privada em que se desenvolve. O programa de inovação é realizado por meio de diversas ações que envolvem o público interno e externo, estimulando a aprendizagem de colaboradores e o seu engajamento em práticas de inovação e intraempreendedorismo.

Programa de Inovação no âmbito do Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região, TRT-SC que tem por objetivo propiciar a criação de iniciativas inovadoras nas atividades jurisdicionais, de governança e de gestão, aprimorando a administração pública em benefício da sociedade e fortalecendo o ecossistema de inovação. Os resultados do projeto podem ser acessados na revista digital disponível aqui.

Tem por objetivo desenvolver pesquisa para a definição e implantação de um programa de inovação no âmbito da pasta da agricultura catarinense (Secretaria de Agricultura, Pesca e Desenvolvimento Rural – SAR e empresas vinculadas, EPAGRI, CIDASC e CEASA) que propicie o aprimoramento da política pública do setor e ações inovadoras para a pasta.

Demo days

Os chamados demo days têm potencial para mapear e apresentar o que é realizado pelo ecossistema de inovação em termos de solução e serviço e, assim, conectar fornecedores àqueles que necessitam de soluções e serviços.

Hackathons powered by VIA

Os hackathons são eventos de curta duração que reúnem diferentes talentos para a solução de problemas indicados pelos atores do ecossistema de inovação. Os eventos são realizados com apoio de mentores e facilitadores que mediam a tomada de decisão para a criação de soluções de impacto para as organizações. Além disso, um dos diferenciais do evento é a mudança de cultura interna que é propiciada aos mentores técnicos da entidade organizadora do evento, uma vez que capacitações e workshops são realizados para mudança de mindset.

O Hackathon Celesc foi realizado em período integral, em setembro de 2017, na sede da empresa, em Florianópolis, como uma maratona de desenvolvimento destinada à captação de contribuições que pudessem originar novos produtos e/ou negócios nas áreas de relacionamento com o cliente e gestão de perdas financeiras e não técnicas.

A primeira edição, realizada em 2016 juntamente com o Centro de Informática e Automação do Estado de Santa Catarina (CIASC) e Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), contou com 99 pessoas – dentre participantes, mentores e palestrantes – debatendo soluções em meio ambiente, inovação e desenvolvimento econômico.

Realizado em conjunto com o Centro de Informática e Automação do Estado de Santa Catarina (CIASC), o Hackathon #DesenvolveSC 2017 reuniu 79 pessoas – dentre participantes, mentores e palestrantes – e teve como tema central a segurança pública e seus desafios com a Secretaria de Estado da Segurança Pública.

A 3ª Edição do Hackathon #DesenvolveSC aconteceu nos dias 18, 19 e 20 de outubro de 2019, nas dependências do CIASC (Centro de Informática e Automação do Estado de Santa Catarina). O evento reuniu mais de 50 pessoas divididas em 10 equipes que passaram o final de semana empenhadas na resolução de problemas para a Educação e Saúde Pública.

A primeira maratona tecnológica da Justiça do Trabalho ocorreu nos dias 13, 14 e 15 de setembro de 2019, na sede do Sebrae, em Florianópolis. Reuniu 100 pessoas dividas em 12 equipes, com apoio de 32 mentores. Os participantes trabalharam 52 horas ininterruptas empenhados na resolução de problemas relativos à prestação jurisdicional, ao processo judicial eletrônico e a gestão e transparência da Justiça do Trabalho.

O evento foi desenvolvido com o objetivo de divulgar a Rede TTN (The Thing Networking) como um laboratório aberto de inovação e fomentar o uso de IoT para soluções nas cidades. A programação foi iniciada no dia 09 de novembro de 2019 no IFSC – Campus Mauro Ramos, seguido de mentorias presenciais nos dias 13 e 20 de novembro. No domingo, 24, ocorreu o picth day das equipes nas dependências do LinkLab da ACATE de São José.

O evento aconteceu no Campus Tapajós da Universidade Federal do Oeste do Pará –UFOPA, entre os dias 18 a 22 de novembro. O Hackathon foi realizado durante o III Congresso de Tecnologia e Desenvolvimento da Amazônia (CTDA). A maratona reuniu mais de 50 pessoas entre participantes, mentores, palestrantes, e diferentes profissionais. Todos com o objetivo de estimular o
desenvolvimento de soluções para problemas e desafios por meio da colaboração para a geração de ideias que possam se transformar em novos produtos e/ou negócios, nutrindo o ecossistema de inovação local.

O Hackathon SEPOC será realizado no âmbito do 13th Seminar on Power Electronics and Control com as temáticas de energia fotovoltaica e geração distribuída. O evento será realizado totalmente online.

Ativação e Orquestração de Ecossistemas de Inovação

A metodologia de ativação e orquestração de ecossistemas de inovação consiste na identificação dos atores, suas práticas e necessidades existentes. O objetivo é realizar um diagnóstico do ecossistema e fornecer um feedback para abertura de um plano de ação para resolução dos seus principais desafios. O mapeamento consiste, portanto, em 3 etapas: identificação e mapeamento dos atores, práticas e necessidades do ecossistema; apresentação do feedback; abertura do plano de ação.

O ecossistema de inovação de São José – SC, localizado na região da Grande Florianópolis, possui diversas iniciativas de inovação. Essas iniciativas são lideradas por diversos atores que contribuem para o progresso e desenvolvimento econômico do município. Esses atores são habitats de inovação, atores de conhecimento, atores de fomento, atores empresariais, atores institucionais e atores públicos. Você pode visualizar cada um desses atores no mapa.

Caxias do Sul é uma das principais cidades do estado do Rio Grande do Sul. Reconhecida, principalmente, pela sua forte base industrial relacionada ao setor metalmecânico. Nesse sentido, a inovação e constante modernização dos processos produtivos é fundamental para o avanço econômico e social do município. Dessa forma, os atores do ecossistema de inovação estão organizados para promover o ambiente de inovação e empreendedorismo da cidade. Esses atores são habitats de inovação, atores de conhecimento, atores de fomento, atores empresariais, atores institucionais e atores públicos. Você pode visualizar cada um desses atores no mapa.

Santa Maria no Rio Grande do Sul é reconhecida por ser um centro de formação de talentos e produção de conhecimento. Além disso, a cidade também possui um ecossistema de inovação com diversos atores que contribuem para o desenvolvimento econômico da região. Estes atores são habitats de inovação, atores de conhecimento, atores de fomento, atores empresariais, atores institucionais e atores públicos. Você pode visualizar cada um desses atores no mapa.

O ecossistema de inovação da Fronteira formado pela cidade de Rivera (Uruguai) e Santana do Livramento (Brasil) possui diversos atores de inovação. Essa região binacional possui atores que compartilham ações e transformam o ambiente regional, corroborando para o desenvolvimento econômico e social de ambas as cidades. Esses atores são habitats de inovação, atores de conhecimento, atores de fomento, atores empresariais, atores institucionais e atores públicos. Você pode visualizar cada um desses atores no mapa.

 

A cidade de Rio do Sul, no Alto Vale do Itajaí, possui um ecossistema de inovação onde participam diversos atores que transformam o ambiente de inovação e empreendedorismo da cidade, corroborando para o seu desenvolvimento econômico e social. Esses atores são habitats de inovação, atores de conhecimento, atores de fomento, atores empresariais, atores institucionais e atores públicos. Você pode visualizar cada um desses atores no mapa.

 

O ecossistema de inovação de São Bento do Sul, Campo Alegre e Rio Negrinho possui diversos atores que transformam o ambiente de inovação e empreendedorismo da cidade, promovendo desenvolvimento econômico e social. Esses atores são habitats de inovação, atores de conhecimento, atores de fomento, atores empresariais, atores institucionais e atores públicos. Você pode visualizar cada um desses atores no mapa.

 

O Estado do Ceará possui diversos atores de inovação que visam fortalecer o ambiente de inovação e empreendedorismo de todo o Estado. Esses atores são habitats de inovação, atores de conhecimento, atores de fomento, atores empresariais, atores institucionais e atores públicos. Você pode visualizar cada um desses atores no mapa.

 

O ecossistema de inovação de Santarém no Pará está sendo ativado por diversos atores. Estes atores são habitats de inovação, atores de conhecimento, atores de fomento, atores empresariais, atores institucionais e atores públicos. Você pode visualizar cada um desses atores no mapa.[

 

Desenvolvimento de Redes

A metodologia de implantação, operação e gestão das redes consiste na identificação dos atores, suas práticas e necessidades existentes. O objetivo é realizar um diagnóstico das redes e desenvolver proposições de ações que possam organizar a atuação das redes com foco na resolução dos seus principais desafios.

A Rede de Economia Criativa de Florianópolis (REC Floripa) é uma iniciativa criada a partir de um grupo de atores locais intencionados para apoiar a economia criativa, a classe e as indústrias criativas da cidade. Assim, com a disciplina de habitats de inovação em rede foram propostas ações para fortalecer o movimento e conectar pessoas da economia criativa de Floripa com a formação e divulgação dos talentos criativos da cidade.

Em conjunto com o MCTI, por meio do CNPq, durante os anos de 2000 e 2011, foi desenvolvida a proposição da Rede de Centros de Eficiência Urbana – RECEU. A RECEU está a serviço da política pública e de todos os CEUs e a sua composição se dá via realização, pelo MCTI. A RECEU visa atuar no fortalecimento dos Centros de Eficiência Urbana e na adesão de municípios para a pauta das cidades inteligentes e sustentáveis buscando sua transformação para a qualidade de vida do cidadão e sua eficiência urbana.