Ryan Kosmides 254702

Desafio aos alunos: como tornar a UFSC mais inteligente?

Uma cidade inteligente é aquela que realiza sua visão de futuro a partir de uma relevante combinação de atitudes decisivas, independentes e conscientes de seus diferentes atores: sociedade, mercado, academia e governo. Para isso, pode apoiar-se no uso de tecnologia para gerir recursos e infraestrutura ou mesmo para conectar os interessados, objetivando sempre o aumento da qualidade de vida de seus cidadãos.

Com essa visão, os alunos da disciplina de Habitats de Inovação, ministrada pela professora Dra. Clarissa Stefani, criaram propostas pensando em uma UFSC mais inteligente. Foram dez soluções propostas pelos alunos de diferentes cursos de graduação para melhorar o entorno da universidade nas seguinte dimensões: economia, pessoas, governança e meio ambiente.

Dimensão Economia

  • Feira universitária semestral de startups (FUSS) com presença de empresas, empreendedores e investidores.
  • Fundo estudantil de amparo à pesquisa e inovação (FEAPI) para investimento em ideias e pesquisas de alunos da universidade a partir de doações.

Dimensão Pessoas

  • Atividades ao NETI – oficinas voltadas para o uso de tecnologia com os idosos.
  • Ampliação de mais um módulo no Minha UFSC com foco na divulgação de ações, pesquisas e eventos realizados dentro da universidade
  • Dispor de espaço no campus para realizar grafitagem mediante consulta pública, criando um ambiente mais criativo e colorido
  • Formações abertas para a comunidade para conhecimento sobre os cursos de graduação existentes na universidade

Dimensão Governança

  • Aplicativo de informação sobre ações da reitoria e centros de ensino da universidade.
  • Blog com as informações das ações de cada centro e cursos de graduação.
  • Criação de um módulo no aplicativo Minha UFSC para a transparência das ações realizadas pela universidade.

Dimensão Meio Ambiente

  • Protótipo realizado pelos alunos de automação com instalação de sensores de presença nas salas de aula evitando desperdício de energia.
  • Coleta seletiva na universidade por meio de implantação de lixeiras em conformidade com o tipo de resíduo produzido, uma vez que, mensalmente a comunidade universitária produz cerca de 46 toneladas de lixo.

Para apoiar a atividade dois convidados participaram das apresentações: Gabriel Holmes, coordenador geral do Núcleo de Empreendedorismo da UFSC e, Ágatha Depiné, doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão de Conhecimento e especialista da VIA no tema smart cities. As propostas dos alunos seguem em avaliação e com possibilidade de implantação 🙂

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Ágatha Depiné

Advogada dissidente e apaixonada pelo conhecimento. Dedica-se a pesquisar o direito à cidade, o protagonismo cidadão, o conhecimento político e sua relação com o desenvolvimento social e urbano inteligente. Cidadã engajada em movimentos sociais para transformação urbana. Doutoranda e Mestra em Engenharia e Gestão do Conhecimento pela UFSC. agathadepine@gmail.com