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Cinco reflexões sobre Engenharia do Conhecimento*

Em conversa com os alunos da disciplina de Engenharia e Gestão do Conhecimento, na graduação em Engenharia de Materiais da UFSC, o professor e doutorando em EGC Mauricio Seiji conduziu, no dia 1º de novembro de 2016, uma apresentação sobre conceitos e a aplicabilidade desses processos pelas organizações. Registramos cinco reflexões:

ü  No contexto acadêmico, a Engenharia de Software pode ser Engenharia do Conhecimento quando existe inteligência artificial envolvida.

ü  Na Engenharia do Conhecimento, um objetivo é modelar o conhecimento para torná-lo um auxílio na gestão.

ü  Implantar Gestão do Conhecimento não é o mesmo que comprar um software de Gestão do Conhecimento. Se o processo de implantação não mexer com o fator humano das empresas, ele não funciona.

ü  As pessoas guardam muito mais conhecimento tácito para si do que imaginamos. Nas empresas, alguns colaboradores escondem seus conhecimentos propositalmente, às vezes por medo de perder o emprego.

ü  O ferramental por trás da Engenharia do Conhecimento (parte de SAP, ERP e outros softwares administrativos) demanda alto grau de customização, enquanto o cliente precisa se preocupar e garantir que o sistema não mude sua forma de trabalhar, a não ser que este seja o objetivo da implantação.

*Extraídas da conversa de Maurício Seiji com alunos do curso de Engenharia de Materiais da UFSC, em 1/11/2016.

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Sicilia Vechi Gonçalves

Mestranda em Mídia e Conhecimento pelo Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento (EGC/UFSC).