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IESE Cities in Motion Index 2017

Hoje mais do que nunca, as cidades necessitam de planejamento estratégico. Só assim as cidades podem considerar caminhos para inovação e priorizar o que é mais importante para o seu futuro. Pelo quarto ano consecutivo, foi lançado no mês de Maio uma nova edição do IESE Cities in Motion Index (CIMI).

Este índice de cidades inteligentes é desenvolvido em conjunto pelo Centro de Globalização e Estratégia e o Departamento de Estratégia da IESE Business School. Esta é a quarta edição do Índice Cities in Motion, e para compilar o índice, os autores analisaram 79 indicadores em 10 diferentes dimensões da vida urbana: economia, tecnologia, capital humano, coesão social, alcance internacional, meio ambiente, mobilidade e transporte, planejamento urbano, administração pública e governança.

Os resultados mostram que quase todas as dimensões medidas no ranking são lideradas por cidades europeias e norte-americanas. A exceção é a dimensão tecnologia, onde Taipei (Taiwan) lidera.

Nova York (Estados Unidos) é o primeiro no ranking geral, impulsionado pelo seu desempenho nas dimensões da economia (primeiro lugar), tecnologia (segundo lugar), Capital Humano e gestão pública (quarto lugar), alcance internacional e planejamento urbano (quinto lugar), e governança (sexto lugar). No entanto, continua em posições muito baixas nas dimensões de coesão social (posição 153) e o ambiente (posição 82).

Na sequência as 10 primeiras cidades do índice geral são:

Nova York

Londres

Paris

Boston

São Francisco

Washington

Seul

Tokyo

Berlin

10º Amsterdam

As cidades Brasileiras e as suas respectivas posições no índice são: São Paulo (101), Rio de janeiro (114), Porto Alegre (117), Curitiba (131), Salvador (135), Fortaleza (136), Brasília (143), Recife (151), Belo Horizonte (153).

O estudo conclui que não existe um modelo único para o sucesso, de modo que cada cidade tem de ser adaptada a cada situação. Outra coisa importante de se lembrar é que a cidade perfeita não existe. Mesmo aquelas que são colocadas no topo da lista têm seus pontos fracos.  No entanto, o objetivo global deve ser desenvolver espaços urbanos, onde as pessoas possam viver e realizar suas atividades com a maior oportunidade e probabilidade de sucesso, dentro de um ambiente habitável, criativo e socialmente responsável. As cidades devem trabalhar no sentido de criar espaços mais atrativos e gerando uma vida mais saudável, mais feliz e mais próspera para todos os cidadãos.

*Por Ingrid Cirio – Bacharela em Relações Internacionais e Graduanda de Ciências Contábeis – UFSC. ingrid.cirio@gmail.com

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Ingrid Santos Cirio de Azevedo

Bacharela em Relações Internacionais, e entusiasta sobre culturas, línguas, gastronomia, música, e pesquisadora em temas que rodeiam o empreendedorismo, inovação, e principalmente as temáticas a cerca das cidades inteligentes. Uma internacionalista, multitasking, workaholic que não se cansa de aprender.

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